LyricsQue Nem o Meu Cachorro

Black Alien

Last update on: April 12, 2019
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O cochilo da tarde é meu xodó do momento Nem quica, a vida é tombo em pista de cimento Black Alien já vai tarde, já passou o seu momento

Significa que o cidadão não tem conhecimento Da força, da fé, da febre e da fibra Nessas portas meto o pé, enquanto a galera vibra Me preocupa é o celular que vibra ao lado do meu saco O resto todo que dá câncer eu já vou lançar no vácuo Ingrato! Não é o que tu fala que diz quem tu és Come e cospe no prato, depois vem dizer, jah bless Se custar a minha paz, já custou caro demais Pela-sacos, aqui, jaz. Black Alien, aqui, jazz Hmm, criado no Ingá Chapado demais pra um dia me vingar Sim, sensei, eu sem paciência pra debate Zunguzunguzen, pique flow, marijuana e abacate Rio de Janeiro, Niterói, favela, morro Tô que nem o meu cachorro, no domínio do latim Brooklyn, Nova York, SoHo Tô que nem cachorro, suando só no focinho Só não vem facin', senão qualquer um desenvolvia É tempo de templo, só rato cinza na via O que vem facin' presta, não, se envolvia Do Sol da meia-noite até o Sol do meio-dia Ê, cria do Ingá Chapado demais pra um dia me vingar Sim, sensei, eu sem paciência pra debate Zunguzunguzen, pique flow, marijuana e abacate Rio de Janeiro, Niterói, favela, morro Tô que nem o meu cachorro, no domínio do latim Nem tão longe pra tu chegar aqui de mala Nem de longe é tão perto que pode vir de chinelo Nem de longe eu virei monge, apenas parei de dar pala Vagabundo fala um monte, são pregos pro meu martelo Bem-vindo ao meu lar, cuidado pra não tropeçar A mesa ainda tá aqui, porém mudei certezas de lugar Num mundo que produz prodígios bizarros Que produzem seus discos, dirigem os seus carros Minha diversão de homem, alegria de menino Que produz o que consome, todos temos nossos hinos Pronuncia o meu nome, sinônimo, genuíno Bota a cara e testa a fome, meus felinos têm caninos Sem disposição, não fico sem disposição Fica no meio do caminho entre eu e eu rico Ambos são ambição, e ninguém sabe quem são E nós somos a canção que vem da zona de conflito Pois a zona de conflito é minha zona de conforto E a estrada pro inferno se desce de ponto-morto Então, parou com a zona Cria do Ingá Chapado demais pra um dia me vingar Sim, sensei, eu sem paciência pra debate Zunguzunguzen, pique flow, marijuana e abacate Rio de Janeiro, Niterói, favela, morro Tô que nem o meu cachorro, no domínio do latim Não tem como funcionar Vai sempre dar ruim pra você Bocas mexem, blá-blá-blá E eu só faço o que tenho que fazer Não tô nem aí, nem lá Tô bem aqui, além do que se vê Se vem baseado no passado, só há um resultado Cê vai se foder Porque eu sou o agora, eu sou o agora

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